Outra massa surge em minha vida, claro de pão também, no entando essa massa tem uma diferença de todas as massas de pão que ja fiz até hoje, não foram muitas, mas uma quantidade boa pra uma dona de casa, no qual o sonho de infância é cozinhar muito bem e fazer alguns paladares felizes.
A história começa assim era uma vez o tão conhecido da humanidade cristã (ou seja, todos aqueles que em Cristo) o delicioso, o perfumado, o mais macio, enfim um sonho de pão (opaaa sonho também é pão, frito, mas é pão sim) é esse mesmo o PÃO DE CRISTO, nunca recebi a isca de verdade, somente comi o pão e uma única vez quando uma tia - já falecida - recebeu de uma irmã na igreja, fez o pão passou a isca para minha mãe, mais eu preciso desabafar, minha mãe não gosta de panificação, não sabe nada de pão (somente como comer um delicioso pão, rsrsrsrsrs) a isca se perdeu pela geladeira dela e ficou por isso mesmo, assim como o papelzinho com todo o ritual de seu preparo, os anos passaram, eu cresci, casei e mudei, desejei e desejo todos os dias, desde aquele dia, que alguem me desse a isca daquele benedito pane, no entanto nunca, que o nosso encontro se deu, então desisti de esperá-lo, de procurá-lo, resolvi procurar apenas pelo fermento natural, porque na época de Cristo, não existi o famoso fermento fresco nem seco de marcas conhecidas como Fleischmann, Itaquara, Oetker e marcas que nunca ouvi falar até procurar por panificação como Blaupann e Mauri, e deve ter uma infinidade de marcas boas e ruins por ai, mas voltando ao assuno, naquela época, deveria "cortar um dobrado" pra se fermantar o pão e tê-lo em casa todos os dias, afinal o pão é de cada dia, o pão é da vida, muito bem, como fazer pão se não tinha fermento fresco ou seco pra prepará-lo, colocar o trigo misturar a água e depois de alguns dias e um calorzinho pra dar um empurrãozinho para fazer o fermento natural, com isso chegamos aos dias de hoje e em minha cozinha, desde sábado passado e com muita coragem, porque o tempo não está colaborando muito, resolvi que faria o fermento natural, não paro de pensar em Cristo, pra salvar este pão, porque eu sei que sou capaz, mas depois do Pão de Viena, to pensando sério que preciso ser abençoada.
No primeiro dia do fermento coloquei o trigo e a água como vi no passo a passo, desse maravilhoso, apaixonante blog Testado Provado e Aprovado, dê uma passada por lá, é maravilhoso, foi o único lugar, (olha eu pesquisei, a minha vida inteira(olha o exagero) por um passo a passo de fermento natural, esse foi o único mesmo) que encontrei o fermento feito com FARINHA DE TRIGO INTEGRAL, pois pedi ao meu santo marido que comprasse e ele prontamente providenciou, mas eu, que costumo fotografar tudo que faço na cozinha, desde que seja para se comer, não fotografei o primeiro dia do meu fermento, esta foto é do segundo dia
Preciso confessar: o cheiro não é muito agradável, nem a aparencia, depois de descansar por 24 horas, mas fica bem elástico e borbulhado, como deve ser, no terceiro dia está assim
Hoje farei o quarto dia a e na semana que vem espero ter conseguido fazer meu primeiro pão de fermento natural, fotografarei dia a dia e depois registro aqui para vocês.
Mas se você pensa que eu desisti de encontrar o passoa a passo do verdaeiro Pão de Cristo, não se engane, devagar se vai a longe e eu espero em Cristo que farei o pão batizado com Seu nome.

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